Franquias querem o Nordeste em 2012

O mercado do franchise na região alcançou a marca de R$ 2,5 bilhões em 2011 e deve crescer 11,5% este ano

Segundo dados levantados pela Rizzo Franchise, uma das mais tradicionais empresas de consultoria e pesquisa sobre o Franchising da América Latina, a Região Nordeste concentra 3.674 lojas franqueadas, responsáveis pela criação de 32 mil novos postos de trabalhos em 2011. Graças a esse mercado forte e em plena expansão, marcas importantes, como Onodera, Oficina Brasil e Casa do Notebook, estão prospectando candidatos a franqueados em cidades nordestinas.

A Onodera – maior rede de clínicas de estética corporal e facial do país, já possui duas unidades franqueadas nas cidades de Salvador (BA) e Aracaju (SE) e para 2012, o seu plano de expansão prevê inaugurações de unidades nos estado de Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. Segundo, Edna Naufal, gerente de relacionamento da Onodera, a empresa sempre teve interesse para ampliar sua atuação no Nordeste e nos últimos cinco anos, os projetos estão aumentando devido ao crescimento local e maior interesse pelas mulheres em tratamento estético.

O plano de expansão 2012 da Oficina Brasil – , rede de franquias de serviços automotivos , prevê 25 novas unidades distribuídas nas cidades de Maceió (AL), Teresina (PI), Natal (RN), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e Olinda (PE). Está prevista ainstalação de 10 unidades em ruas e hipermercados e mais 15 unidades “Projetos Express”, modelo de operação enxuta em postos de combustíveis. Segundo Esteves Santos, responsável pela expansão da Rede Oficina Brasil, o aumento do poder aquisitivo da população no Nordeste fez com a empresa retomasse novas perspectivas para investimentos e projetos estratégicos. “O que faz a rede apostar no Nordeste é a sua diversidade regional, aumento do crédito e distribuição de renda, pontos fundamentais para um processo sustentável de desenvolvimento da nossa empresa”, destaca ele.

A rede de franquias Casa do Notebook, empresa especializada em vendas e assistência técnica de equipamentos portáteis para informática, pretende ampliar atuação na região Nordeste. Segundo o diretor e fundador da empresa, Paulo Castanho, a Casa do Notebook pretende inaugurar 30 novas unidades nos próximos dois anos, distribuídas nos estados do Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Alagoas, Paraíba e Piauí. Castanho explica que o crescente desenvolvimento da região Nordeste despertou o interesse da rede em 2011. Desde então, o plano para a implantação de unidades nas cidades da região tem sido uma das principais metas da Casa do Notebook que atualmente conta com unidades franqueadas nas cidades de Aracaju (SE) e Paulo Afonso (BA). Essa última deve ser inaugurada nos próximos dias.

Fonte: Blog Falando de Varejo – por Caio Camargo

Alimentação saudável continua em alta no Brasil

Que a comida brasileira é uma das maiores especialidades nacionais, isso todo mundo sabe. Agora, o que muitos não imaginam é que os brasileiros mostram um interesse muito curioso em manter uma alimentação saudável e regular. De acordo com o site Busca Saúde, os temas relacionados à alimentação são os mais compartilhados na rede social Facebook. Dentre os dez principais temas, sete são referentes ao assunto, comprovando que a alimentação saudável não é modismo, mas uma tendência que veio pra ficar.

Esse comportamento também reflete na economia. O número de empreendedores que investem em empresas com foco neste público continua crescente, ao contrário do que muitos acreditavam há alguns anos atrás. O segmento de frozen iogurt é um bom exemplo. Quando a Yogoberry abriu a primeira unidade em 2007, o sorvete a base de iogurte era novidade, se apresentava como uma opção saudável de sobremesa, agradou o grande público e não tardou para o número de concorrentes da rede crescer. O mercado ficou cheio, muitas empresas chegaram a fechar e achou-se que a tendência seria passageira, puro engano. Hoje a Yogoberry está em pleno processo de expansão, com o faturamento anual médio de R$ 82 milhões e previsão de abertura de mais 30 unidades ainda este ano.

“Se o público não estivesse mantendo o interesse em produtos do segmento, o mercado não estaria em alta e nós não teríamos tantos interessados em franquear nossa marca” – diz Marcelo Bae, diretor executivo da Yogoberry.

Segundo a Novos Elementos, agência que criou e mantém o site Busca Saúde, as cidades que mais buscam informações de saúde, bem estar e alimentação saudável no Brasil são Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Fortaleza e Salvador. Fátima Rocha, dona da MegaMatte, acredita que esse quadro deve se manter estável nos próximos anos.

“A preocupação com sustentabilidade, nutrição e alimentação saudável não é modismo, é uma tendência mundial. Por isso cada vez mais  empreendedores procuram empresas do segmento para investir”, completa Fátima.

Fonte: Portal Varejo

Imobiliária americana busca 72 novos franqueados no Brasil

A operação brasileira da Century 21 planeja ter 500 lojas em operação até 2016. Foto: Divulgação/Especial para Terra

A franqueadora de imobiliárias Century 21, que lançou há cerca de quatro anos a operação no Brasil, já possui 76 unidades no País. Outras 74 já estão em processo de treinamento e se preparando para o lançamento no mercado pela empresa americana. Até o final de 2012, a marca pretende somar mais 72 novos empreendedores à sua carteira de franqueados, que hoje contabiliza 151 parceiros. A estimava é crescer 48%. O objetivo para os próximos quatro anos é ainda mais ambicioso: a marca quer chegar a 500 unidades.

A Century 21 está no mercado há 41 anos, atuando em 73 países. No terceiro trimestre de 2011, as unidades brasileiras venderam mais de 660 imóveis usados. O dado representa um aumento de 107% em relação ao mesmo período de 2010. Segundo Ernani Assis, presidente e CEO da Century Brasil Real Estate, a companhia cresceu 300% só no ano passado.

O plano de expandir a marca em quase 50% por meio de novas franquias não significa crescimento a qualquer preço. Ao contrário, a empresa se diz extremamente exigente para selecionar seus franqueados. “Em média, 27 candidatos disputam cada contrato de franquia”, afirma Assis. A Century 21 também exige, ainda, que todos os franqueados sejam licenciados pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI).

Alex Pinheiro, franqueado da marca em Salvador (BA), é parceiro da companhia desde 2008. “Eu trabalhava como corretor em uma unidade da Century na Flórida, nos Estados Unidos. Quando voltei ao Brasil, em 2005, abri uma imobiliária própria e a converti em Century 21 assim que eles começaram a operar aqui”, conta.

Para Pinheiro, um plano de expansão feito com planejamento e responsabilidade será bom para os franqueados e vai fortalecer a marca no Brasil. O empreendedor planeja abrir mais duas franquias da imobiliária em outros bairros de Salvador este ano. Atualmente, os 18 corretores que trabalham para o empresário comercializam imóveis residenciais de alto padrão. Em média, são fechados oito negócios por mês.

Desempenho do setor 
Segundo dados do desempenho do franchising brasileiro em 2011, apurados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), os números da Century 21 traduzem a boa situação do mercado no País. De acordo com o balanço, o setor de móveis, decoração e presentes foi o segundo que mais cresceu em 2011, totalizando um aumento de 35% no faturamento em relação a 2010. A ABF enquadra o nicho imobiliário dentro do setor.

De acordo com Daniel Pitelli de Britto, professor especializado em mercado imobiliário da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo, depois da efervescência vivida pelo segmento nos últimos anos a tendência é de estabilidade pelos próximos três anos. “Quem vivenciou os últimos quatro anos, que foram de forte aquecimento para o setor, vai sentir a diferença”, avisa.

Outro fator que segundo o professor deve ser levado em conta por quem planeja investir no setor é a experiência com o mercado. Para Pitelli, um dono de imobiliária precisar ter conhecimento sobre o nicho para realizar bons negócio.

Fonte: Portal Terra

Rumo às mil lojas

Uma das maiores do segmento, a Óticas Carol prepara-se para atingir sua meta de abrir 1000 pontos de venda até 2014. Atualmente, são mais de 400 lojas pelo país; 95 unidades foram inauguradas somente no segundo semestre de 2011. A rede oferece, como opção, a mudança de bandeira para os ópticos que possuem lojas. Para entrar na rede, contam com o projeto de adequação de layout, suporte ‘tecnico, gerencial e mercadológico.

“Nos próximos meses vamos acelerar a expansão baseada em estratégias que realmente agreguem mais profissionalismo e sucesso para nossos franqueados. Fomos a rede que mais cresceu em 2011″, destaca Marcos Benutto, diretor de expansão da Óticas Carol.

Fonte: Varejo Serviços & Oportunidades – Ed Lamônica – Ano 3 – nº 17 0 Fev/Mar 2012

Rede de cosméticos tem 5 mil pedidos de franquias por ano

A L’acqua di Fiori faturou R$ 320 milhões, em 2011. Para este ano, pretende aumentar o faturamento em 25%. Foto: Divulgação

Com mais de 30 anos atuando com franquias, a mineira L’acqua di Fiori é uma das gigantes do segmento. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a rede de cosméticos e perfumes foi a quinta no ranking de número de unidades e a nona na lista das com maior faturamento em 2010. Para 2012, a marca estima que pode aumentar em 25% o faturamento e em 10% o número de lojas.

A rede fechou 2011 com um faturamento de cerca de R$ 320 milhões e abriu 72 novas unidades. “Temos lojas em todo Brasil, mas o foco maior são as regiões Sudeste e Nordeste, onde nossos produtos são mais bem aceitos”, explica o gerente de expansão, Tiago Melo.

De acordo com a rede, cerca de 5 mil pessoas procuram a L’acqua di Fiori anualmente para se tornarem franqueadas. Segundo Melo, existem muitos critérios de escolha – mas a triagem principal é feita com base nos seguintes parâmetros: capital de investimento, disponibilidade para o negócio – a rede exige que o empreendedor se dedique em tempo integral à loja – e facilidade para lidar com o público. Não é exigida experiência anterior em empresas do setor de beleza. “Perfume não é item de primeira necessidade”, afirma o gerente. “Quem trabalha neste ramo precisa estar motivado e conhecer o produto para despertar o desejo na clientela.”

As unidades da rede estão disponíveis em três formatos: loja – tanto para rua quanto shopping -, quiosque, para shopping, e display. Esse último modelo é indicado apenas para cidades com menos de 30 mil habitantes, sendo que o display fica localizado dentro de um outro negócio. A L’acqua di Fiori também possibilita que o empreendedor decida se quer usar a revenda porta a porta ou não.

Rede em expansão
A empreendedora mineira Valéria Abdo Debien é franqueada da marca há 21 anos. “Tive outros comércios, mas nada dava certo. Até que, por indicação, cheguei à L’acqua di Fiori. Naquela época, franquia não era algo comum. Mas o reconhecimento e a solidez da marca me fizeram apostar no negócio”, conta. Hoje, ela é dona de quatro unidades – três em Belo Horizonte e uma em Contagem (MG), e vai inaugurar a quinta em abril.

Para este ano, Valéria espera crescer 12% em faturamento. Ela explica a disparidade com o número estimado para a rede como um todo – que é de 25%. “Como já estamos estabelecidos, nosso percentual é menor. A rede está em expansão, mas quando se analisa unidade por unidade os percentuais variam”, explica.

Para dar conta de todas as suas lojas, Valéria já contou com a parceria do marido, seu sócio, e hoje divide as tarefas com a filha. Cada unidade tem um gerente, que repassa as informações para as sócias. Com relação ao desafio de ser franqueada, Valéria Debien alerta para os padrões que uma franquia exige. “O tipo de loja, a vitrine e os produtos são os mesmos para toda a rede. Talvez um empreendedor mais arrojado prefira ter o poder de ousar sempre”, afirma.

Fonte: Portal Terra

A escolha da franquia do ponto de vista do franqueado

  • Autoavaliação: analise o projeto de vida pessoal, a expectativa profissional a curto, médio e longo prazos, a disponibilidade e as afinidades;
  • Segmento de interesse: focalize o que mais se identifica com o seu perfil;
  • Seleção do negócio: obtenha informações sobre os franqueadores e conheça suas estruturas, saiba há quanto tempo existe o negócio e quando ele iniciou no sistema de franquias;
  • Localização da franquia: defina a região de atuação de sua preferência e cheque se a franqueadora tem disponibilidade;
  • Avalie o franqueador: verifique a saúde financeira da empresa, o número de unidades próprias e de franqueadas, as unidades franqueadas que fecharam e o desempenho das unidades franqueadas. Avalie o nível de satisfação dos franqueados e o ritmo de expansão da rede.
  • Análise dos serviços de suporte: cheque se há apoio na implantação, treinamento, suporte e apoio contínuos, manuais atualizados, reciclagens e consultoria de campo;
  • Expectativas do negócios: avalie a remuneração desejada, o tempo e a forma de dedicação, o investimento, o retorno e as possibilidades de crescimento;
  • Análise do investimento: coloque na planilha os investimentos com reforma do ponto, móveis e instalações, estoque inicial, taxa de franquia, capital de giro e ponto comercial;
  • Taxas: calcule os royalties e as taxas de franquia, propaganda e outras;
  • Simulação de resultados: faça uma previsão de receitas e de despesas;
  • Retorno do investimento: compare com negócios similares e avalie a atratividade do negócio; e
  • Instrumentos jurídicos: analise a Circular de Oferta e o pré-contrato e contrato de franquia.
Fonte: Revista Franquia & Negócios – Ano 7 – Nº 41 – Parte integrante da matéria “Outra Chance” – por Andréa Cordioli

Conheça as marcas que apostarão em franquias em 2012

Contando com seis unidades próprias em São Paulo, a Temakeria e Cia se lança agora como franquia para crescer nacionalmente. Foto: Divulgação

O mercado de franquias vai bem, obrigado, e caminha para ficar ainda mais aquecido. Animadas com as boas perspectivas do segmento, marcas nacionais e estrangeiras estão adotando este modelo de negócios. “Com os países da Europa e também os Estados Unidos engatinhando na recuperação econômica, muitas franquias internacionais têm interesse em investir no Brasil”, explica Cristina Franco, vice-presidente da ABF (Associação Brasileira de Franchising). Em 2011, 16 missões com representantes de franquias estrangeiras visitaram o País para fazer estudos de viabilidade econômica.

Os investidores estão de olho no potencial de crescimento do setor. O número de novas franquias tem crescido em ritmo acelerado no mercado brasileiro. Em 2001, havia apenas 600 marcas atuando com esse modelo de negócios. Em 2007, o número dobrou: 1.197. No final de 2011, eram 2.031 marcas.

O ótimo resultado é fruto do fato de que não só as redes querem ampliar o número de unidades, como também que indústrias querem estabelecer operações independentes de grandes redes varejistas. Enquanto grandes empresas do setor criam marcas próprias – caso da Qualitá e Taeq, do grupo Pão de Açúcar -, a indústria desenvolve operações de varejo próprias como forma de chegar diretamente ao consumidor. “O segmento industrial não faz a gestão nem investe diretamente, mas tem o controle do know-how e do merchandising”, explica José Carlos Fugice Jr., diretor de consultoria do grupo Bittencourt, voltado para a gestão e expansão de franquias.

Cristina Franco prevê para este ano um crescimento de 10% no faturamento do setor, e a entrada de novas empresas neste mercado em expansão. Hoje, o franchising responde por 2,3% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

A executiva destaca o setor de hotelaria e turismo como um dos filões que mais tem apresentado crescimento, com um salto de 85% no faturamento de 2011 em relação a 2010.

“As franquias permitem às empresas crescer com o apoio do capital e da gestão de terceiros. A rede O Boticário, por exemplo, tem 3.220 lojas em 32 anos atuando com o modelo de franquias. Se, no passado, tivesse optado apenas por abrir filiais, talvez tivesse no máximo 500″, estima Wagner Lopes d¿Almeida, diretor de consultoria e expansão da Global Franchise. A empresa é responsável por formatar projetos para o sistema de franquias, assim como em trazer marcas internacionais para o Brasil.

Muitas redes estrangeiras já se instalaram no País e, no momento, adaptam seus serviços à realidade nacional para se lançaram no mercado nos próximos meses.

Confira oito marcas nacionais e estrangeiras que engrossarão o filão do franchising em 2012.

1 Chicco – rede de produtos para bebês
A rede italiana de produtos para bebês já está estabelecida no Brasil com operações próprias e começa a trabalhar também no sistema de franquias. Além de roupas e assessórios para bebês, ela também produz e comercializa produtos próprios de puericultura (trabalhados com madeira), que vão de chocalhos a berços.

2 Quickies – salgados self-service
A marca holandesa de salgados reproduz um modelo comum na Holanda desde os anos 1950. O atendimento é feito pelo próprio cliente, que deposita a quantia relativa ao preço do salgado nas máquinas que os estocam. Isso possibilita uma grande vendagem de produtos num curto espaço de tempo, com a loja ocupando uma pequena área com mesas altas, estilo bistrô, e poucos funcionários. O modelo já está sendo testado na cidade de São Paulo e planeja abrir para franqueados em abril.

3 Quiznos – sanduíches estilo submarino
A rede americana de sanduíches compete mundialmente com a Subway. No Brasil, deve direcionar seu foco ao público com poder aquisitivo mais elevado. Já existem cinco unidades próprias em Brasília, que estão sendo utilizadas para testar o modelo. A marca diz estar aberta a negociação para a implementação de unidades franqueadas.

4 Adcos – comércio de cosméticos 
A empresa de cosméticos Adcos, do Espírito Santo, já atuava junto ao consumidor através de unidades próprias e de uma rede de distribuidores. Agora, busca adaptar suas vendas para o modelo de franquias – com ênfase no profissional da saúde aliado ao estabelecimento de lojas físicas.

5 Lifemen – clínicas de urologia
Criada por um grupo de urologistas, a Lifemen é uma franquia de clínicas voltadas para o público masculino com problemas de ereção e outras disfunções sexuais, como ejaculação precoce. Foram desenvolvidos tratamentos e produtos próprios que ficam à disposição do franqueado. Desde o início do ano já há duas unidades operando, uma no Rio de Janeiro e outra em Minhas Gerais.

6 Temakeria e Cia – restaurantes de comida japonesa
Já estabelecida com seis unidades próprias em São Paulo, a rede de restaurantes Temaqueria e Companhia busca crescer com o modelo de franquias tanto em shoppings quanto em lojas de rua, que permite horário de atendimento mais extenso.

7 Urban Arts – galerias virtuais
Trata-se de um modelo de galeria de arte virtual já difundido em outros países. No portal da Urban Arts serão comercializados trabalhos de artistas, designers e ilustradores. No Brasil, o negócio vem sendo testado pelo designer gráfico André Diniz desde 2008 e passou a adotar modelo de franquias neste mês de março.

8 Usina de massas – restaurantes
A rede de restaurantes já conta com sete operações próprias em praças de alimentação de Porto Alegre (RS). Agora, quer ampliar sua operação pelo Brasil com o modelo de franquias voltadas para praças de alimentação.

Fonte: Portal Terra

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