Rede Fórmula tem investimento de R$ 950 mil

Franquia Rede Fórmula

Fundada em 2011 pelo Grupo Bodytech, a Rede Fórmula de academias tem entre os sócios nomes como Alexandre Accioly, João Paulo Diniz e Luciano Huck. Ao todo, a marca tem oito unidades próprias e 16 unidades franqueadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Santa Catarina.

O espaço necessário para a instalação de uma franquia da academia é a partir de 400 metros quadrados. O franqueado não precisa comprar equipamentos, já que são alugados da franqueadora. Para cada unidade é preciso, no mínimo, de 15 funcionários. O faturamento médio mensal de uma franquia de 400 metros quadrados é de 120 mil reais.

Investimento inicial: 950 mil reais
Prazo de retorno do capital: a partir de 36 meses

Fonte: Exame.com

Quais são as características das franquias de serviços?

Este modelo de negócio está cada vez mais popular, diz especialista

homens dando as mãos

Respondido por Marcus Rizzo*, especialista em franquias

As franquias de serviços especialmente de negócios para negócios estão cada vez mais populares. As duas maiores redes de franquias do país são de serviços: as casas lotéricas e o Correios, ambos com mais de 10 mil pontos.

Franquias de serviços já estão presentes em uma grande variedade de setores como treinadores, contabilistas, agentes imobiliários, de viagens, serviços bancários, limpeza e manutenção, serviços domésticos, transportes, estética e beleza, informática e cuidados para idosos e crianças.

As franquias de serviços se caracterizam por terem um investimento mais baixo quando comparadas com setores como varejo. Possuem risco relativamente baixo, mas dependem de muito trabalho e envolvimento pessoal.
O mercado para franquias de serviços é crescente e impulsionado pela alta demanda por terceirização, especialmente em grandes centros.

Mas devem ser cuidadosamente avaliadas, pois são muito vulneráveis quando não possuem uma boa estruturação e padronização. Exigem uma enorme participação do franqueado que, em muitas ocasiões, é o próprio negócio.

Fonte: Exame.com

* Marcus Rizzo é consultor e especialista em franchising, professor-fundador do Franchise College e autor de diversos livros e pesquisas sobre o assunto

Domino’s inaugura franquia número 5 mil no Brasil

Domino's Pizza,franquia,Barra da Tijuca,Rio de JaneiroPaís foi escolhido após pesquisa de mercado apontar que atualmente é o quinto no mundo em consumo de pizza. Eventos mundiais como Copa do Mundo e Olimpíadas também foram levados em conta

A Domino’s Pizza inaugurou a franquia de número cinco mil no Brasil, localizada no bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O país foi escolhido pela marca norte-americana após pesquisa apontar que o mercado é o quinto do mundo em consumo de pizzas e, até 2020, será o terceiro, atrás apenas dos Estados Unidos e da Itália. A empresa também levou em conta eventos de caráter mundial como a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, sediados no Brasil.

Fonte: Mundo do Marketing – por Isa Sousa

Hering é eleita a melhor franquia do ano

Marca foi a grande vendedora do prêmio “Melhores Franquias do Brasil”, realizada anualmente pela revista PEGN; cerimônia de premiação ocorreu no Espaço Fasano

A Hering Store foi eleita a grande vencedora do prêmio “Melhores Franquias do Brasil”, promovido pela revista PEGN. A rede, que também venceu na categoria Vestuário, Calçados e Acessórios, combinou suas franquias em shoppings e ruas com lojas próprias e multimarcas. O faturamento da marca chegou a R$ 1,2 bilhão em 2011, resultado 33,3% maior do que em 2010.

Realizado anualmente pela revista, a premiação ainda elege as melhores franquias em 12 categorias diferentes, além de escolher a melhor microfranquia e a franquia emergente.

Para definir as melhores franquias, o prêmio conta com um conselho formado por profissionais que atuam na área do empreendedorismo, como Sandra Boccia, diretora de redação de PEGN; Nelson Blecher, diretor editorial de Grupo Negócios da Editora Globo; Fernando Tardioli, membro do comitê de ética da Associação Brasileira de Franchising; Cristina Franco, vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising; e Claudio Tieghi, presidente da Associação Franquia Sustentável; e as advogadas Andrea Oricchio, e Melitha Novoa Prado.

Na edição de 2012, as franquias que investiram em atividades socioambientais e foram premiadas pela Afras (Associação Franquias Sustentável) receberam bônus na premiação.

Neste ano, o Instituto de Educação Kumon foi o escolhido como melhor microfranquia, categoria criada este ano puxa pelo crescimento da classe C e D. A On Byte, empresa que oferece cursos profissionalizantes, foi a vencedora como franquia emergente.

De acordo com dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o setor de franquias faturou R$ 88,8 bilhões em 2011, o que representa um crescimento 16,9% em relação ao ano de 2010 e de 2,7% em relação ao PIB nacional.

Com o crescimento do setor, segundo a ABF, foram criados 60,5 mil novos postos de trabalho. No final de 2011, as franquias empregavam 837 mil pessoas diretamente. Pesquisa da ABF ainda revelou que no ano passado houve o surgimento de 176 redes, elevando a 2.031 o número de marcas em operação no país (das quais apenas 4,7% atuam no exterior).

As franquias premiadas também estarão no anuário Guia de Franquias 2012/2013 (chega às bancas hoje), produzido pela PEGN e que lista 500 franquias para você investir, com os custos envolvidos e áreas de interesse para novas unidades, além dos contatos. O anuário traz ainda o passo a passo para você escolher uma rede, como avaliar se a franquia cabe no seu bolso, tudo o que é preciso saber antes de assinar o contrato e as empresas que financiam os franqueados.

CONFIRA OS VENCEDORES

  • GRANDE CAMPEÃ – Hering
  • MICROFRANQUIA – Kumon
  • EMERGENTE – On Byte
  • ALIMENTAÇÃO – Griletto
  • CAFETERIA E CONFEITARIA – Mega Matte
  • CASA, DECORAÇÃO E PRESENTES – Multicoisas
  • COSMÉTICOS, PERFUMARIA E FARMÁCIA – O Boticário
  • ENSINO DE IDIOMAS – Fisk Centro de Ensino
  • LAZER – Livraria Nobel
  • SAÚDE E BEM-ESTAR – Sorridents
  • SERVIÇOS DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO DE IMÓVEIS – 5 à Sec
  • SERVIÇOS GERAIS – IGUI
  • TREINAMENTO E CURSOS – CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos)
  • VEÍCULOS – Localiza Rent a Car

Fonte: Blog Falando de Varejo – por Caio Camargo

Franquia da Valmari custa R$ 190 mil

Valmari

A Valmari Dermocosméticos foi criada em 1980, em São Paulo, e comercializa principalmente produtos profissionais para beleza. Em 2009, a marca foi adquirida pelo fundo de investimento Endurance Capital Partners (ECP). Hoje, a empresa atua em três frentes: franqueados, profissionais de estética e consumidores finais.

Com 61 franquias, a marca pretende chegar a 92 até 2015. Neste momento, a franquia está priorizando novas unidades em cidades do Sul e Sudeste, como Campinas, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba. As lojas faturam, em média, 60 mil reais.

Investimento inicial: a partir de R$ 190 mil
Prazo de retorno do capital: de 24 a 36 meses

Fonte: Exame.com – por Priscila Zuini

Mundo Verde quer ganhar mercado de fresh food com marca Verdano

Trazendo conceito norte-americano e europeu de alimentação saudável, grupo amplia portfólio de negócios com restaurante. Até o fim de 2012 serão mais nove lojas, entre franquias e próprias

verdano,Mundo Verde,fresh food,alimentação saudávelOs pedidos constantes dos consumidores do Mundo Verde para que a rede criasse um restaurante com comida saborosa, saudável e de rápido preparo foi o pontapé necessário para que, em junho de 2011, a loja-conceito Verdano Fresh Food abrisse suas portas, no Centro do Rio de Janeiro. Um ano depois, com um fluxo de seis mil clientes e faturamento de R$ 120 mil mensais, as expectativas foram superadas e o grupo inicia um plano de expansão ambicioso.

Hoje, o setor de alimentação saudável no Brasil movimenta R$ 40 bilhões e deve crescer 40% até 2015, atingindo uma marca superior a R$ 50 bilhões, de acordo com dados do Euromonitor. Partindo da análise de mercado, com pesquisa detalhada que ouviu 2.700 consumidores, além da própria experiência, o Verdano abriu a primeira franquia recentemente no Shopping Nova América, em Del Castilho, zona norte carioca, e, em agosto, abre uma loja própria no BarraShopping, também no Rio.

A expectativa do grupo é que até o fim de 2012 oito novas lojas sejam abertas, prioritariamente em shopping centers. O custo inicial para futuros franqueados é de R$ 320 mil, em shopping, e R$ 400 mil, em lojas de rua. A taxa de franquia custa R$ 50 mil.

“A prioridade é no shopping center devido ao momento satisfatório pelo qual ele passa em termos de tamanho, atendimento e mix de categorias. Para os próximos anos, há uma perspectiva de lançamento de 75 novos shoppings no Brasil e existe um investimento muito grande nesse tipo de negócio. Os pontos comerciais em rua só ocorrerão onde houver muito fluxo, como na nossa loja-conceito. Teremos muito cuidado para as aprovações”, explica o Diretor Executivo do Verdano, João Penna, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Apostando em franquias
Até 2016, a expectativa do restaurante com alimentação saudável é que 150 lojas estejam abertas, a princípio, no Rio de Janeiro, Grande São Paulo, interior paulista e, posteriormente, em outros estados do Sudeste e Nordeste. Os pontos de venda serão subdivididos em 120 franquias e 30 lojas próprias.

A prioridade de 80% no modelo franqueado explica-se pela segurança e maior controle dos negócios. Dados brasileiros mostram que apenas 5% das franquias fecham as portas hoje no país, número considerado baixíssimo, ainda mais se comparado ao encerramento de 60% das atividades em outros empreendimentos.

A expansão das franquias também pode ser exemplificada pela feira ABF Expo Franchising, realizada em São Paulo na última semana. Até então considerada a segunda maior do ramo, em 2012 ela superou a marca de 60 mil visitantes e quase 500 expositores, chegando ao topo do ranking.

“O mercado está muito aquecido e tudo indica que vai continuar crescendo. A participação de 60 mil pessoas em uma feira de franchising é exemplo disso. Embora a situação do Brasil não esteja brilhante economicamente, o fato é que estamos muito melhor do que outros países. Ainda teremos muito movimento nos próximos anos”, avalia Marcelo Cherto, Presidente do Grupo Cherto, em entrevista ao portal.

Mundo Verde,Verdano,fresh food,alimentação saudávelConceito internacional
O conceito de fresh food utilizado pelo Verdano buscou inspiração em redes de alimentação saudável nos Estados Unidos e Europa. Com preparação ágil e prática, o restaurante optou por não usar o fast food, relacionado mais à comida pouco saudável do que de fato à alimentação rápida. O londrino Pret a Manger, criado em 1986 e com 300 pontos pelo mundo, foi um dos principais exemplos.

O Verdano desenvolve ainda o conceito grab’n go (pegue e leve), um autosserviço já utilizado pelo Mundo Verde. Para a fácil operação e redução máxima de preparo dos alimentos, os processos de assar ou fritar também foram excluídos.

Outro ponto que tem facilitado a visibilidade e aceitação do restaurante saudável é a credibilidade da marca Mundo Verde. Com 25 anos no mercado, a empresa conquistou consumidores e leva os mesmos conceitos ao Verdano.

“O Mundo Verde já tem uma imagem positiva e, atualmente, até mesmo empresas de fast food, como o McDonald’s, têm inserido em seu cardápio saladas e frutas, exemplo claro de que a linha de alimentação saudável está se expandindo. Portanto, o Mundo Verde tem mais razão ainda em lançar o Verdano. Vejo com muitos bons olhos a expansão da rede”, analisa Marcelo Cherto.

Fonte: Mundo do Marketing – por Isa Sousa

Rede de fast-food saudável quer fechar 2012 com mil unidades

Existem 850 unidades da Subway espalhadas em 283 cidades e a estimativa é fechar 2012 com 1,1 mil lojas, o que faz do Brasil o segundo país que mais cresce em número de unidades da rede no mundo.

Com uma experiência ruim na primeira tentativa de franquear no País, a Subway, rede de “fast-food saudável”, como a marca se denomina, veio novamente para o Brasil em 2002. Hoje, há 850 unidades espalhadas em 283 cidades e a estimativa é fechar 2012 com 1,1 mil lojas, o que faz do Brasil o segundo país que mais cresce em número de unidades da rede no mundo (o primeiro é o Estados Unidos, onde nasceu a rede).

A primeira investida da marca aconteceu em meados de 1990 e, por um conjunto de fatores, desde falta de preparo do franqueado máster, lojas mal localizadas até a conjuntura econômica da época, não deu certo. Um dos principais diferencias da segunda tentativa, explica Roberta Damasceno, gerente nacional do Subway, foi a adoção de agentes de desenvolvimento.

O trabalho deles consiste em oferecer suporte, de maneira regional, tanto para a expansão da marca quanto para o franqueado. “Eles são o principal contato do franqueado. Fornecem desde ajuda na escolha do ponto comercial até auxílio com questões operacionais. Foi uma forma encontrada pela rede para se aproximar”, afirma Roberta. Os agentes são também donos de franquias e a separação regional não respeita necessariamente a definição geográfica. Para Norte e Nordeste, por exemplo, existe um agente; para a cidade de São Paulo, são dois. Ao todo, 13 franqueados atuam dessa maneira.

Sem mencionar os números, a gerente da rede diz que a marca vem crescendo entre 30% e 35% nos últimos cinco anos em relação ao faturamento. O percentual se justifica pelo próprio aumento do setor de alimentação como um todo, já que, com renda maior, os consumidores fazem mais refeições fora de casa. Além disso, a Subway se destaca de outras redes por oferecer opções oferecidas como mais saudáveis. Os lanches são feitos com produtos frescos, não há frituras e é possível montar o sanduíche com os ingredientes da preferência do cliente.

Opinião do franqueado
A possibilidade de montar lojas fora de pontos convencionais foi o que atraiu Amilton Borges, dono de duas franquias em Curitiba, uma em um centro automotivo e outra em fase de abertura.

Roberta explica que a rede opera com lojas a partir de 35 metros quadrados, tamanho considerado pequeno quando se pensa em uma unidade de alimentação. “Há franquias em hipermercados, postos de gasolina, universidades e estádios de futebol. Por essa flexibilidade no tamanho, conseguimos nos adaptar a vários locais”, diz.

Amilton é franqueado desde 2011 e conta que o interesse nasceu porque ele já conhecia o restaurante de viagens internacionais. “Quando conheci os bastidores da franquia, gostei mais ainda.” A abertura da segunda franquia comprova que o negócio deu certo. “Com uma gestão eficiente, principalmente de pessoas, a Subway se torna um negócio fácil de ser tocado”, opina.

Para este ano, ele espera crescer na faixa dos 20%. O número se deve ao fato de que a marca ainda não é conhecida pelo grande público. “Tem um estudo da rede que mostra que menos de 40% das pessoas conhecem a Subway. Existe um potencial muito grande, principalmente porque vendemos um sanduiche considerado mais saudável”, acredita.

De acordo com Amilton, o principal desafio, e que está intrínseco a todo o ramo de alimentação, é com relação à higiene e ao cuidado com os produtos. “Até brinco que agora entro em um restaurante e já sei se ali eles tomam os devidos cuidados com a comida ou não. É preciso ficar atento 100% do tempo a isso”, esclarece.

Fonte: Portal Terra

2 franquias são abertas por hora no Brasil; veja setores mais promissores

As franquias aumentaram sua participação no mercado brasileiro em 2011 e passaram a representar 8% do Produto Interno Bruto Nacional (PIB) – o faturamento foi de 286 bilhões de reais, segundo pesquisa realizada consultoria Rizzo Franchise.

O resultado é diferente do divulgado semana passada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), de acordo com o qual, o setor de franquias faturou 88 bilhões de reais no último ano. A diferença se deve à metodologia das pesquisas: enquanto a ABF considera apenas as associadas, a Rizzo Franchising avalia todo o setor.

De acordo com o levantamento da consultoria, cada brasileiro deixou 0,51 centavos nos caixas das franquias por hora em 2011. A pesquisa destaca, ainda, a geração de 266 mil novos empregos diretos – um crescimento de 16% na comparação com 2010 – e o emprego de cerca de 2 milhões de pessoas. Em 2011, 19 mil novas unidades de franquias foram abertas – o que corresponde a 53 franquias por dia ou 2 por hora – e 284 empresas entraram para o franchising.

A área de negócios e serviços é responsável pelo maior crescimento, com mais de 5 mil novas unidades. Para 2012, o estudo que mede a participação do franchising no Brasil estima que o setor de fast food deva sair na frente. Saúde e beleza também deve se destacar neste ano, seguido pelas áreas automotiva e de alimentação especializada. Clique nas fotos para ver os setores mais promissores para as franquias.

Fonte: Exame.com – por Débora Álvares

Franquias focam em produtos únicos para crescerem rápido

Com foco numa receita adaptada de croissants recheados, a Croasonho atua com um produto que apresenta baixa concorrência. Foto: Divulgação

Trabalhar sem nenhum concorrente direto é um sonho para qualquer empreendedor. Um caso de sucesso brasileiro é o do Habib’s que, ao focar em produtos pouco disponíveis no mercado de fast-food, cresceu num nicho à parte, se tornando a maior franquia alimentícia de capital nacional. Outras empresas buscam agora repetir o feito.

Um caso recente é o da Croasonho, também do ramo alimentício. A marca existe desde 1997 trabalhando fundamentalmente com croissants recheados. A empresa trabalha com franqueamento desde 2009 e deve lançar a operação Croasonho Express, que ocupa uma área menor, no dia 13 de junho, em sua primeira participação na feira da Associação Brasileira de Franchising (ABF), na cidade de São Paulo.

Os fundadores são o casal André Hamquet e Regina Severo, de Porto Alegre, que adaptaram uma receita decroissant ao paladar brasileiro e começaram a vender o produto de porta em porta. Em 2000, abriram uma loja na praia de Atlântida, do município de Xangri-lá, no litoral gaúcho. A partir de então, a loja passou a ter contato com turistas vindo de várias localidades do Brasil.

Dois desses foram os amigos Gustavo Susin e Eduardo Silva. Em 2009, eles fizeram uma proposta para os proprietários da Croasonho, que na época não trabalhava com franqueamento, de abrirem uma unidade em Caxias do Sul (RS).

A loja de 2 mil metros quadrados foi inaugurada próxima a um hotel da cidade, o que trouxe consumidores de várias partes do País. “Vendemos duas vezes o que planejávamos. No primeiro mês, foram 2 mil croissants“, conta Eduardo.

Animados com o desempenho da loja e atiçados pelo interesse de viajantes em trabalhar com a marca, a dupla fez uma proposta para os proprietários, que aceitaram montar uma operação de franquia já em 2009. A marca conta hoje com 29 lojas. Os fundadores são responsáveis pela operação no Sul, enquanto que Eduardo e Gustavo atuam no restante do País.

Para Eduardo, o maior diferencial da Croasonho é trabalhar com um produto que não encontra nenhuma concorrência direta. “Depois que passa a frequentar a loja, o cliente começa a confundir o produto com a marca. Ele fala Croasonho, não croissant, e isso tem um valor enorme”, diz.

O plano da dupla de executivos é focar em 2012 o Sudeste, para em 2013 avançar no Nordeste. Até o fim de 2014, ano da Copa do Mundo, a Croasonho planeja ter 100 lojas. Para transportar insumos, como a massa doscroissants e sachês de café, a franquia desenvolveu sua própria operação de logística. “Avaliamos que criar nossa própria empresa saía mais barato do que contratar outra”, conta o empresário.

Franqueamento
Segundo Eduardo, hoje há uma fila de 800 interessados em trabalhar com a marca. “Não buscamos investidores, mas pessoas que tenham tempo de operar na unidade e que já possuam experiência com negócio próprio ou em funções de liderança”, conta.

As irmãs Leidiana, 23 anos, e Leilla Monteiro Nogueira, 26, foram aceitas na franquia e operam uma unidade na praça de alimentação de um shopping de Novo Hamburgo (RS) desde o início do ano. Leidiana conta que foram atraídas para a franquia por meio do produto e também pelo fato de ser uma empresa pequena. “Se você liga, os consultores estão ali, você não precisa ficar passando de boca em boca até ter seu problema resolvido”, diz.

Ela destaca também a apresentação da loja. “Não é um fast-food para você pegar a comida e ir embora; é um ambiente aconchegante. Tudo é muito caprichado”, afirma.

A franquia fornece ao franqueado benefícios como treinamento para a operacionalização dos sistemas da loja, apoio na escolha do ponto comercial, treinamentos e manuais de gestão, assessoria de marketing e acompanhamento semanal do desempenho da unidade. “Não esperamos ligar o alerta vermelho para atuar”, brinca Eduardo.

Fonte: Portal Terra

Franquias: para investir, é preciso conhecer bem o mercado

Fazer uma pesquisa sobre a rede e ver se o seu perfil se encaixa com o da marca é fundamental para o sucesso do negócio

Com a expansão do segmento de franquias, cresce a cada dia o número de empreendedores dispostos a investir nesse mercado. Mas, apesar da vontade de abrir um negócio próprio, a maioria tem dúvidas quanto aos procedimentos a serem seguidos, que atividade ou marca escolher, ou quanto e como investir. Para ajudar a esclarecer tais questões, o Boa Chance conversou com especialistas do setor e montou um glossário com com os principais termos usados no mundo das franquias.

O primeiro passo, diz Renata Rouchou, diretora de expansão nacional do Grupo Trigo, que reúne as marcas Spoleto, Koni e Domino’s Pizza, é fazer uma boa pesquisa sobre a marca: saber se é bem sucedida, se a empresa é confiável, visitar as lojas e conversar pessoalmente com os franqueados, a fim de saber se estão satisfeitos:

— Durante essas conversas, é aconselhável que o candidato seja o mais transparente possível com os franqueados da rede e dizer que está interessado naquela marca. Assim, terá mais chance de conseguir informações relevantes.

Ela aconselha que o futuro empresário entre sempre em contato com a franqueadora para obter o maior número de informações possível. E que contacte, também, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) a fim de verificar se a marca tem os selos anuais da entidade e histórico de conflitos com algum franqueado.

Presidente da ABF-RIO, Fátima Rocha concorda que o futuro franqueado deve buscar o máximo de informações possíveis sobre a empresa que ele pretende investir, o que certamente lhe dará mais segurança sobre o passo que pretende dar. Ela acrescenta que, da mesma forma que o franqueado avalia que tipo de negócio é melhor para ele, o franqueador também faz uma série de avaliações para saber se o futuro empreendedor se enquadra no perfil da empresa.

Mas, antes de assinar qualquer contrato, explica Fátima, o futuro empreendedor deve fazer uma autoavaliação, analisar se tem identificação com a marca e o tipo de negócio a ser investido.

— Nessa hora, honestidade com si mesmo é tudo, pois muito mais do que poder aquisitivo para iniciar o negócio, é preciso afinidade e muita dedicação para mantê-lo.

Fonte: O Globo

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