Quatrum conquista Selo de Excelência em Franchising

Quatrum recebeu na quinta-feira passada, dia 26, o Selo de Excelência em Franchising 2012, o mais importante do franchising brasileiro.

O selo é conferido às franquias que obtiveram os melhores índices na avaliação dos seus próprios franqueados. Hoje das 2031 redes de franquias apenas 157 tem essa chancela da ABF – Associação Brasileira de Franchising.

A chancela do Selo de Excelência é resultado de um processo minucioso de revisão e aprimoramento de critérios de concessão, refletindo o contínuo amadurecimento e crescimento do franchising brasileiro.

Carlos Martins, Presidente do Grupo Multi Quatrum, comemora a chancela do Selo de Excelência em Franchising 2012

Receber o Selo de Excelência em Franchising revela o compromisso da Quatrum de se responsabilizar por um contínuo e permanente aprimoramento de seus métodos e sistemas, de acordo com os mais elevados padrões de ética empresarial.

Além de apostar em uma metodologia que prevê a adoção de livros de universidades estrangeiras, limite máximo de 12 alunos em cada classe e intensa atividade entre professores e alunos, a Quatrum também participa do Programa Franchising de Baixo Carbono, iniciativa que tem o objetivo de reduzir e compensar os gases causadores do efeito estufa.

Fundada em 1983, em Porto Alegre, a Quatrum conta atualmente com 7.000 alunos e 17 escolas espalhadas pela capital e pelo interior do Rio Grande do Sul, além de uma unidade em operação em São Paulo.

Fonte: Quatrum English Schools

Para mais informações sobre a franquia Quatrum, clique aqui!

Franquia da Knox Invest tem taxa de R$ 30 mil

Foto: divulgação

A Knox Invest, empresa especializada em factoring, atua na compra de recebíveis (cheques e duplicatas). A rede foi fundada em 2006, mas entrou no ramo de franquias somente em abril de 2011. Hoje são duas lojas em São Paulo, com a expectativa de abrir mais dez até o fim do ano.

Aos franqueados, são disponibilizadas ferramentas como análise de crédito, suporte jurídico, sistema operacional e cobrança.

As únicas exigências para quem deseja investir na Knox Invest são a contratação de um funcionário operacional e outro comercial, além de um espaço físico de, no mínimo, 32 metros quadrados. O faturamento médio mensal por unidade pode chegar a 27 mil reais. Só a taxa de franquia é de 30 mil reais.

Fonte: Exame.com – por Débora Álvares

Rede de agências de turismo é boa aposta para este ano

O setor de turismo e hotelaria teve crescimento de 85,9% no faturamento em 2011, de acordo com a ABF. O número expressivo do segmento se deve. Foto: Divulgação

O setor de turismo e hotelaria foi o destaque da franchising brasileiro em 2011, com crescimento de 85,9% no faturamento, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Segundo a associação, o expressivo crescimento do segmento se deve, principalmente, à TAM Viagens, que somente no ano passado inaugurou 115 unidades.

“Aumentamos em 109% o número de lojas, se comparado com 2010. O objetivo era aumentar nossa presença em território nacional”, explica Sylvio Ferraz, diretor executivo da TAM Viagens.

De acordo com Sylvio, a partir de 2010 a rede adotou a estratégia de transformar todos os representantes de lojas então existentes em franqueados, ao mesmo tempo em que houve uma forte procura de novos interessados. Para 2012, a estimativa é de inaugurar mais 100 unidades.

Mercado do turismo aquecido
“Além do objetivo de alcançar um número maior de cidades em todo o País, o cenário de aquecimento da economia, o aumento da demanda de passageiros e as boas perspectivas do mercado de turismo nos próximos anos nos permitiram traçar metas otimistas de crescimento”, aponta o executivo.

Segundo o Ministério do Turismo, a movimentação dos aeroportos brasileiros em 2011 foi a maior dos últimos 13 anos. De janeiro a dezembro, os desembarques domésticos somaram 79.049.171, resultado 15,8% melhor que os 68.258.268 acumulados em 2010. A atividade turística impacta mais de 50 segmentos da economia e é responsável, atualmente, por 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB).

Conheça as franquias da TAM Viagens
A TAM Viagens é a unidade de turismo da TAM Linhas Aéreas e foi fundada há 13 anos. “A empresa oferece mais de 600 opções de roteiros, que incluem passagens aéreas, traslados, acomodação, passeios e todos os demais serviços voltados para o turismo nacional e internacional”, detalha Sylvio. A rede fornece roteiros divididos em oito áreas de interesse: ecoturismo, escapadas, esportes, diversão e entretenimento, eventos e feiras, família, experiências e praias.

A TAM Viagens procura franqueados que possuam conhecimentos dos hábitos e cultura da região onde pretendem abrir uma unidade, preparação administrativa e operacional, capacidade de gestão de recursos humanos e financeiros e afinidade com a marca. Não são aceitos empreendedores que tenham vínculo empregatício com quaisquer companhias coligadas ou controladas pela TAM ou que tenham familiares diretos trabalhando nelas ou em empresas concorrentes.

Quem determina onde a unidade será aberta é a rede. Sylvio conta que a franqueadora realiza estudos que determinam os pontos de interesse e as prioridades. Nessa análise, são levados em consideração o potencial de consumo das regiões, a concentração de renda, o percentual do orçamento familiar destinado a viagens, a presença de outras agências de viagens e a concentração de clientes do programa de benefícios TAM Fidelidade, entre outros itens. “O plano é aumentar o número de unidades em todas as capitais brasileiras”, diz ele.

Como principais benefícios para os franqueados, Sylvio cita a possibilidade de conseguirem vender pacotes com preços mais competitivos -já que existe uma aliança estratégia com a TAM Linhas Aéreas – e contarem com a visibilidade de uma marca consagrada.

Fonte: Portal Terra

Franquia da Microcamp exige investimento de R$ 250 mil

Foto: divulgação

Qualificação profissional através de cursos de informática e tecnologia é o foco da Microcamp, que completa 35 anos de existência com mais de 150 unidades – 60% delas são franquias. Ao todo, são 3,5 mil funcionários e 1,5 milhão de alunos formados. Hoje os matriculados ultrapassam os 120 mil.

Além de possuir unidades em 13 estados brasileiros, a rede de escolas de informática possui uma franquia na Flórida, Estados Unidos. Com cursos (há possibilidade de estudar Informática, Web Designer, Hardware e TI) que variam de 2,8 mil a 3,2 mil, o faturamento pode chegar a 100 mil reais. É cobrada uma taxa de 15% sobre o faturamento bruto.

Fonte: Exame.com – por Débora Álvares

Rede líder em óculos escuros quer aumentar produção no País

O objetivo da Chilli Beans, que fabrica a maior parte dos seus óculos na China, é fechar 2012 com 35% da produtos feitos no Brasil. Foto: Divulgação

A rede Chilli Beans, há 15 anos no mercado, sempre produziu seus óculos escuros na China. Nos últimos anos, no entanto, tem procurado aumentar a fabricação no Brasil, fazendo o caminho inverso de muitos industriais, que terceirizam cada vez mais a produção para o país asiático. Até o final de 2012, estima Caito Maia, presidente da empresa, 35% da produção será nacional. “É meu dever, enquanto brasileiro ajudar a desenvolver as fábricas locais”, diz ele.

Maia diz que é um erro achar que os produtos da China são ruins. “A China oferece o que nenhum outro país hoje dá conta: produtos com qualidade, preço atraente e velocidade no prazo de entrega”, afirma. Por isso, ele garante que por pelo menos três anos não será vantajoso financeiramente apostar na produção local. “O que recebo em troca é a satisfação de fazer algo pelo Brasil. Funciona assim: a Chilli Beans vai oferecer volume às fábricas e, com isso, elas poderão oferecer preços melhores e se desenvolver”, explica.

O discurso engajado, no entanto, só é possível em virtude dos bons números da rede. Se comparado com 2010, o faturamento em 2011 aumentou 40%, chegando a R$ 350 milhões. O incremento foi possível graças ao aumento do número de unidades e ao fortalecimento de parcerias com estilistas e músicos para o lançamento de linhas de óculos assinados.

De acordo com Maia, a Chilli Beans é a líder no mercado de óculos escuros, com participação de 17%. Em seguida vêm Ray-Ban, com 10%, e Oakley, com 5%. “Vendemos um conceito, a ideia de que um óculo escuro é um acessório de moda”, afirma o presidente. Isso ajuda a desmistificar a ideia de que esse tipo de óculos serve apenas para o verão, o que acabaria por tornar o negócio sazonal. “Nossos franqueados lucram o ano inteiro. A cada semana, lançamos dez modelos diferentes – e eles custam 1/3 do preço daqueles vendidos por grifes famosas”, explica Maia.

Para Orlando Freitas, franqueado da marca, é exatamente a ideia de que a Chilli Beans vende desejo, e não apenas produtos, que a rede embute nos seus franqueados. “Não é à toa que hoje existe uma gama de produtos licenciados com a marca Chilli Beans. São chinelos, moda íntima, bicicletas, guitarras”, afirma. Freitas possui 29 unidades – todas no Nordeste -, incluindo uma concept store que comercializa os produtos licenciados ao lado dos tradicionais óculos escuros, relógios e armações para óculos de grau.

Segundo o franqueado, é essencial manter a equipe de colaboradores motivada. “É preciso contratar pessoas que gostem da marca, que entendam o espírito jovem embutido nos produtos e que tenham afinidades com o varejo”, afirma. Possui experiência no comércio é um item recomendado pela franqueadora, mas não obrigatório. Freitas, por exemplo, atuava na construção civil quando pediu demissão e, com o dinheiro recebido, abriu a sua primeira franquia, há sete anos, em Teresina.

A Chilli Beans está presente no Brasil inteiro e, aos poucos, indo cada vez mais para as cidades com 100 mil a 150 mil habitantes. “O aumento do poder aquisitivo e a carências de shoppings centers fazem com que essas cidades representem uma força consumidora enorme”, avalia Maia.

Hoje, porém, o maior desafio da rede é torna-se uma marca global, aponta o presidente. A Chilli Beans possui unidades em Portugal, Estados Unidos, Colômbia e Angola e fechou contrato recentemente com alguns países do Oriente Médio. “Na Califórnia, temos quatro lojas. A meta é fechar 2012 com 10″, conta.

Fonte: Portal Terra

Conheça casos de empreendedores que apostaram nas microfranquias

Arquivo Pessoal

A empreendedora Gislaine de Souza, que tem uma franquia da Home Angels

O crescimento do segmento de microfranquias no país tem atraído empreendedores que querem crescer, mesmo com pouco dinheiro para investir. É o caso do casal Gislaine Garcia Feliciano de Souza, 36 anos, e Rodrigo Garcia Fernandez, 41 anos. Ela comanda desde novembro do ano passado uma unidade da Home Angels, empresa que oferece serviços de home care para idosos, pessoas em recuperação pós-cirúrgica ou portadores de doenças crônicas. Seu faturamento médio mensal é de R$ 11 mil.

Fernandez, por sua vez, administra desde 2009 uma microfranquia da Dr. Faz Tudo, que faz reparos em casas e escritórios. O empreendedor fatura R$ 8 mil por mês, mas pretende chegar a R$ 15 mil mensais em junho. “A microfranquia é a forma mais fácil e econômica para uma pessoa se tornar empresária”, diz Gislaine, que tem na equipe quatro profissionais. “Como já fazia atendimentos como enfermeira autônoma, abrir um negócio nessa área foi uma boa pedida.” Fernandez tem dois pedreiros na equipe e diz que seu telefone não para de tocar com chamados de clientes. “O formato home-based é perfeito para a microfranquia.”

Depois de trabalhar durante sei anos em empresas de câmbio, a estudante de administração de empresas Ana Paola Antunes Reno de Carvalho, 29 anos, decidiu investir em uma franquia da Poltrona 1, empresa especializada na comercialização de pacotes de viagens. Em dezembro, primeiro mês de operação, faturou R$ 40 mil, mas sua meta é alcançar a receita de R$ 60 mil mensais. “Trabalho no meu apartamento, visito clientes quando necessário e tenho tempo para levar minha filha de 13 anos à escola”, afirma. Ela comprou um computador novo, criou um site e fez cartões de visitas e panfletos para ajudar na divulgação. De vez em quando, clientes ligam fora do horário de expediente pedindo orientação. “Estou adaptada e isso não me incomoda”, afirma. “Hoje ganho mais do que quando era empregada e tenho mais liberdade.” Ana Paola sonha em ter uma loja própria no futuro. “Não quero ver meu negócio limitado pela extensão da minha casa.”

Fonte: Site PEGN – por Mauro Silveira

Rede Hope pretende abrir 60 novas lojas em 2012

Divulgação

A marca de lingerie Hope terminou 2011 com 82 unidades franqueadas e um plano otimista de expansão para este ano. Em 2012, a empresa pretende abrir 60 novas lojas, todas pelo sistema de franquia.

O processo e expansão da marca com franchising começou em 2006 com uma única franquia no Shopping Center Norte, em São Paulo. “Precisávamos nos estruturar para depois fazer a expansão”, afirma Sylvio Korytowski, diretor de expansão da Hope. Desde então, o número de unidades cresceu mais do que 50% todos os anos. A marca chegou ao exterior, com três lojas em Portugal, duas em Israel e uma na Argentina.

Devido ao crescimento da rede de franquias, foi preciso colocar algumas mudanças em prática, como a frequência de lançamentos de produtos. Antes, eram quatro coleções por ano. Agora, há novidades nos pontos de vendas uma vez por semana. A oferta de produtos também aumentou, e a marca entrou no segmento de moda praia, cosméticos e pijamas e camisolas.

A previsão é de chegar a 300 franquias em 2014. Para isso, a Hope aposta na capilaridade em cidades com mais de 150 mil habitantes, que tenham um varejo forte.

Perfil do franqueado
Segundo Korytowski, têm preferência candidatos a franqueado que tomem conta da operação pessoalmente e que tenham experiência em gestão.

Cada projeto de franquia da Hope é único. O franqueado tem liberdade para fazer sua grade de estoque, adaptar a vitrine e há produtos diferentes para cada região do país. Para manter uma unidade, a rede prima por manter um atendimento padrão e aromatização da loja.

Fonte: Site PEGN – por Marina Ribeiro

Franquia Uno&Due tem investimento inicial de R$ 170 mil

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A franquia da Uno&Due é um misto de lanchonete, padaria e cafeteria. A rede foi fundada em 1993, em São Paulo, e soma 30 unidades franqueadas em cinco estados. Só no Rio de Janeiro, a meta é abrir cinco novas franquias. Há também planos para unidades fora do país.

O faturamento de algumas franquias podem chegar a 35 mil reais, com lucro líquido de até 20% sobre este valor. A rede cobra royalties de 5% ao mês sobre o faturamento.

Investimento inicial: a partir de R$ 170 mil (quiosques) e R$ 220 mil (lojas)
Prazo de retorno do capital: de 24 a 36 meses

Fonte: Exame.com

Franquia Nutty Bavarian inicia expansão pela região Nordeste

   Divulgação

Este ano deve marcar a chegada da rede dequiosques Nutty Bavarian à região Nordeste. O objetivo da empresa é ampliar a atuação no país e manter o constante crescimentoda rede, de em torno de 4% ao ano. A marca, especializada na venda de castanhas glaceadas doces e salgadas (macadâmias, nozes, castanhas de caju, amendoins e amêndoas), já conta com cerca de 70 unidades espalhadas pelo país e pretende alcançar a marca de 130 quiosques em cinco anos.

Tudo começou com uma viagem para Orlando, nos Estados Unidos. Adriana Auriemo, diretora-executiva da Nutty Bavarian, estava em um jogo de basquete com a família quando percebeu que lá havia uma oportunidade de negócio. “Todo mundo estava interessado em quando seria o intervalo para descobrir de onde era aquele cheiro delicioso”, relembra. O aroma característico das castanhas glaceadas vinha de um quiosque da Nutty Bavarian. Ao provar o produto, Adriana teve certeza do potencial do negócio.

A marca já existia nos Estados Unidos desde 1989, mas não estava estruturada em franquias. O fundador da rede, David Brent, havia trazido a receita da região da Bavária, na Alemanha. Encantado com o sabor e o aroma das frutas oleaginosas, decidiu iniciar seu próprio negócio no setor alimentício. Dedicou-se tanto que até se vestia com as roupas típicas da região. Por isso, passou a ser chamado de Bávaro Louco – ou Nutty Bavarian. O apelido foi incorporado, mais tarde, como nome do negócio.

Ainda durante a viagem, a tia de Adriana, Ana Carolina Auriemo, negociou com o fundador da marca a vinda de um quiosque para o Brasil, em forma de franquia. A primeira unidade foi instalada em Campos do Jordão (SP), durante a alta temporada de 1996, ainda sobre o comando de Ana Carolina. Com o fim do inverno, o quiosque foi transferido para o Shopping Penha, em São Paulo. Naquele momento, Adriana assumiu o negócio e voltou a Orlando para negociar uma máster franquia.

A marca veio para o Brasil com a aposta no marketing sensorial gerado pelo aroma do preparo dos produtos. Graças a isso, conquistou sua clientela e chegou a um fluxo de 3.000 consumidores por mês em cada quiosque. No entanto, devido a regras de limitação de aromas presentes em shoppings e outros espaços comerciais, a rede precisou adaptar suas lojas e instalar estufas para conter o vapor do glaceamento. Até o final de 2012, todos os quiosques devem trocar suas fachadas, contando com uma estrutura renovada, que permite maior contato visual com os produtos e degustação. Com essas ações, Adriana pretende conquistar os clientes nos novos pontos de venda.

Novos franqueados
A rede oferece oportunidade de negócios aos empreendedores interessados em atuar em diversas cidades, com ênfase para as principais da região Nordeste, além de Brasília e Porto Alegre.

A preferência é por candidatos que tenham entre 28 e 60 anos, com ensino superior completo e experiência de trabalho anterior de pelo menos cinco anos (não necessariamente em empresa própria), e que tenha ocupado um cargo de liderança. A única exigência é que residam na mesma cidade em que pretendem abrir seu negócio. Na rede, é comum franqueados se dedicarem a outras atividades. Segundo pesquisa realizada pela própria empresa, 59% estão nessa condição.

O investimento inicial é de R$ 90 mil. O retorno do investimento pode ser obtido em entre 8 e 15 meses, com faturamento médio mensal de R$ 25 mil. A empresa entrega toda a estrutura pronta. De acordo com Adriana, o franqueado tem apenas “ligar na tomada e começar a fazer os produtos”.

Fonte: Site PEN – por Marina Ribeiro

“Popularizei o ensino da informática no país”

Quando os primeiros computadores começaram a chegar ao brasil, nos anos 70, Eloy Tuffi, 61 anos, identificou um novo mercado: os cursos de informática para leigos. Hoje, a rede Microcamp conta com 150 escolas em 16 estados, e fatura R$ 180 milhões ao ano. Em 2012, a Microcamp mira um novo alvo: os cursos para computadores da Apple.

Editora Globo

Para leigos – “Aos 23 anos, fundei o meu primeiro negócio: uma escola de inglês, com quatro unidades, em São Paulo. Um domingo, meu irmão pediu que eu o levasse até o colégio dele, para acompanhar a chegada de um lote de computadores. Era uma novidade, nenhuma escola tinha esse equipamento. Naquele dia, vi duzentos moleques loucos para mexer com aquelas máquinas. Percebi que seria um grande filão. Logo depois, instalei computadores nas minhas escolas e abri incrições para cursos de informática.”

Festa no interior – “Em 1981, vivi um período de intenso estresse. Meu médico me aconselhou que mudasse de estilo de vida e fosse morar no interior. Fui para Campinas, e lá montei uma nova escola de informática, a Microcamp. Com o tempo, fui abrindo filiais em outras cidades — em 1989, já eram 19. Eram todas unidades próprias: eu costumava dizer que não venderia minhas lojas para ninguém. Mas fui obrigado a ceder. Os concorrentes estavam inaugurando dezenas de unidades, e eu estava começando a perder terreno. Entre 1993 e 2008 abrimos 93 franquias.”

De olho no Google – “Hoje, o melhor caminho para vender é a internet. Não poupo gastos para melhorar meu posicionamento no Google, e invisto em promoções nas redes sociais. Outra prioridade é a atualização. A cada seis meses, reestruturo os cursos e mudo todo o material didático. A molecada quer novidade.”

O futuro é Apple – “Neste ano, vamos lançar um novo formato de franquia, voltado para o sistema operacional da Apple. Para isso, criei uma nova marca, a McTech. Pretendo abrir 50 franquias da marca ainda em 2012. Mas não vou deixar para trás os cursos para Windows. Vamos abrir um novo mercado, sem perder o antigo.”

MICROCAMP
O que é: rede de escolas de informática voltada para as classes C e D
Estrutura: 150 unidades em 16 estados brasileiros, com um total de 3.500 funcionários, que ministram mais de 60 cursos diferentes
Faturamento em 2011: R$ 180 milhões

Fonte: Site PEGN – por Marisa Adán Gil

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